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ERP – show de bola na gestão empresarial digital

ERP significa Enterprise Resource Planning –ERP (Sistema Integrado de Gestão Empresarial – SIG).

Um sistema de ERP visa a automatização dos procedimentos de uma empresa. Abrange o seu planejamento, execução e controle sob o ponto de vista econômico e financeiro” (Ernesto Haberkorn, “Gestão Empresarial com ERP” – 2008). Sendo um conjunto de atividades, executadas por um software, o ERP fornece soluções de gestão empresarial, caracterizadas por sua estrutura modular, padronização e integração da informação.

A ferramenta integra e controla os dados das operações chave da empresa, em um único sistema, facilitando o fluxo de informações padronizadas, em tempo real.

Um sistema ERP abrange o processo desde marketing, vendas, desenvolvimento de produtos, suprimento, planejamento e controle da produção, venda, faturamento, estoque, logística, serviço ao cliente,finanças, contabilidade e recursos humanos até relatórios gerenciais.

Estamos falando de uma visão de ponta a ponta, do cliente de um lado e o fornecedor de outro (supply chain),sempre buscando melhorar o planejamento e a alocação de recursos.

Quais são as tendências do ERP?

O ERP evoluiu para simplificar a vida do usuário, desenvolvendo gráficos e imagens.

Hoje o ERP vem interagindo com outras ferramentas de gestão empresarial como CRM (Gestão de Relacionamento com Clientes), BI (Business Intelligence) e BPM (Business Process Management).

Como novo modismo surge a computação ‘nas nuvens’ (cloud computing), que basicamente consiste em oferecer todo serviço de software de forma remota, onde os dados estarão armazenados em servidores externos em relação à empresa.

Esta tendência deve beneficiar o ERP, uma vez que ela implicará em menos complexidade de instalação, permitindo uma implantação mais rápida e mais econômica.

Como ERP pode melhorar o desempenho de uma empresa?

O ERP pode ser visto como um grande banco de dados, que integra, unifica e ordena informações da empresa em um só lugar.Qualquer irregularidade nos processos fica visível em tempo real.Assim é possível tomar decisões, de forma assertiva e rápida, sobre quais processos devem e podem ser otimizados para encurtar os ciclos produtivos.

Eliminando barreiras entre áreas e fazendo fluir a informação por toda a empresa, oERP permite que diferentes áreas possam planejar em conjunto a execução de medidas preventivas ou corretivas.

Relatórios gerenciais fornecem informações sobre a produtividade das áreas, sob aspectos como: tempo de resposta ao mercado, redução do leadtime, redução de custos operacionais, redundância de atividades, redução de estoque.

Quais são as vantagens do ERP?

1- A grande vantagem é a maior confiabilidade de dados, ao monitorar as operações da empresa.

2- As informações trafegam pelos módulos em tempo real, ou seja, um pedido dispara o processo de fabricação com o envio da informação para múltiplas bases, do estoque de insumos ao faturamento.

3- O ERP facilita racionalizar a produção, reduzir custo e melhorar o serviço ao cliente.

4- O ERP é capaz de se adequar ao ramo e ao modelo de gestão da empresa.

5- A implantação de um sistema ERP reflete de imediato na estabilidade das operações da empresa.

Quais são os fatores de sucesso na implantação de um sistema ERP?

1- Antes de tudo, o apoio da Direção

2- O comprometimento dos profissionais, responsáveis pela atualização dos dados que alimentam toda a cadeia de módulos do ERP.

3- O envolvimento do Usuário.

Quais cuidados devem ser tomados na escolha de um ERP?

Os cuidados mais importantes são a definição clara de objetivos e a identificação precisa das necessidades da empresa, em nível de cada área envolvida, o que determina tamanho e valor da ferramenta.

Outro fator importante é verificar se o sistema receberá manutenção e atualizações de acordo com as mudanças tecnológicas.

Quais serviços integram um projeto ERP?

A implantação de um projeto ERP engloba a orientação quanto aos requisitos mínimos de hardware, a instalação do software nas estações de trabalho, a configuração do sistema e das funções de cada usuário, o treinamento no uso do sistema e a conversão de dados.

O investimento se justifica na medida em que seu potencial das vantagens acima é explorado.

O tempo de implantação varia em função de situação, objetivo e necessidade da empresa, que determina o tamanho do software, bem como do desempenho da equipe do projeto; tempo médio é de 6 a 24 meses.

ERP – a solução para uma gestão empresarial digital – faça seu show de bola!

 

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http://portalerp.com/estrategico/entry/blog-estrategico/gestao-estrategica-com-suporte-digital

Gestão Empresarial – com suporte digital 

Como a Tecnologia de Informação e Comunicação – TIC

pode facilitar a vida do gestor

O cenário do ambiente corporativo traz uma notícia “ruim” e uma “boa”:

A notícia “ruim”: Para atingir seus objetivos e se manter competitivas no mercado, as empresas precisam ajustar seus processos de negócios.

A boa notícia: Existem soluções, derivadas da Tecnologia de Informação e Comunicação – TIC, para uma Gestão Empresarial que busca otimizar processos e resultados.

Para entender melhor a inteligência das principais ferramentas gostaria de responder aqui as perguntas mais freqüentes.

P 1: Qual é o papel da TIC?

R 1: O papel essencial da TIC é transformar Dados em Informação, Informação em Conhecimento e Conhecimento em Inteligência, Inteligência em Inovação, para decidir sobre o diferencial estratégico de competitividade empresarial.

P 2: O que é Estratégia?

R 2: Estratégia é o posicionamento competitivo no mercado – diferenciado e(!) percebido; p.ex., Liderança em Inovação, Liderança em Custo, etc.

P 3: Existe uma ferramenta digital que ajuda a transformar estratégia em ação e resultado?

 

R 3: Sim. A solução se chama Balanced ScoreCard – BSC, um modelo de Gestão Empresarial, com base em uma plataforma digital, que estrutura logicamente a estratégia da empresa, nas dimensões (1) Finanças – saúde financeira da empresa, expressa em lucratividade; (2) Cliente – satisfação do cliente, expressa em lealdade; (3) Processo – racionalização dos processos, expressa em redução de custo operacional;(4) Aprendizagem – evolução dos colaboradores, expressa no fortalecimento de comportamentos e competências centrais.

 

P 4: Em que sentido o BSC facilita o desempenho do Gestor Empresarial?

 

R 4: O BSC permite ao gestor trabalhar alinhado com o objetivo e a estratégia corporativa, explicá-los ao seu time na busca da sua transformação em indicadores de desempenho, metas e ações através do Mapa Estratégico.

 

P 5: Quais são os fatores chaves de sucesso na implantação do BSC?

 

R 5: O convívio com um BSC requer um forte comprometimento da alta direção com o projeto de implantação. O importante é persistir; o ganho virá na medida em que a Gestão Empresarial fica mais transparente, revelando, assim, os gestores de ponta – uma vantagem competitiva valiosíssima para a empresa.

 

P 6: Se o BSC atua no nível estratégico, qual é a solução que atua no nível tático?

 

R 6: A solução se chama Business Intelligence – BI (inteligência analítica de negócios), um sistema de suporte para Informações Gerenciais na Gestão Empresarial, desenhado para armazenar  e disponibilizar de forma simples, rápida e explícita informações (“massa crítica”),  na busca de uma tomada de decisão ágil e assertiva.

 

P 7: Como funciona o BI?

 

R 7: Os dados operacionais são extraídos de um Banco de Dados para formar um Armazém de Dados (data warehouse). Ao transformar dados em informações gerenciais confiáveis, em um ambiente altamente colaborativo e com alta disponibilidade de informação, o conhecimento se torna um grande diferencial competitivo para as organizações. Ao definir “o que eu quero ver”, podem-se enxergar as partes de um cubo de Gestão Empresarial; p.ex., vendas por região, margem por produto, lucratividade por linha de produto, etc.

 

P 8: E no nível operacional, qual é a solução digital?

 

R 8: Aqui falamos do chamado Enterprise Resource Planning – ERP, que leva em conta que não são mais as empresas que definem o preço de seus produtos. O grande acesso do cliente a inúmeras ofertas coloca a Gestão Empresarial na obrigação de estipular valores.

O ERP tornou-se fundamental para reduzir custos, aumentar a eficiência na produção, manter o estoque no menor nível possível e evitar o desperdício, permitindo a fabricação de um produto de valor final mais baixo, e conseqüentemente, de maior competitividade.

 

P 9: Qual é a sacada do ERP?

 

R 9: O ERP apoia ações que se iniciam na idealização de um produto novo, passam pela fabricação até chegar na armazenagem (automação do fluxo de trabalho ou workflow), ao proporcionar automatização completa e total controle da configuração dos produtos.

 

O ERP ganha grande relevância na tramitação de um Pedido de Compra: cadastrado no módulo de vendas, o sistema dispara automaticamente a programação de produção no módulo de manufatura, ao mesmo tempo em que é gerada uma ordem de cobrança no módulo financeiro. Os resultados esperados são: maior eficiência, menores custos e, na ponta, um cliente satisfeito.

 

P 10: Existe uma plataforma de apoio à Gestão Empresarial que cobre as necessidades de todos os níveis organizacionais da empresa?

 

R 10: Sim. É o chamado cockpit management. A solução permite à Gestão Empresarial estruturar o planejamento estratégico e monitorar sua execução, por meio de cockpits gerenciais personalizados, que apresentam interativamente o desempenho de áreas de gestão por meio de mecanismos de compartilhamento de informações analíticas e alertas automáticos sobre exceções. Uma “mão na roda” para os gestores, que levam em conta que não é possível “pilotar um avião observando apenas o medidor do combustível”. A solução garante monitorar a “saúde” da empresa como um todo.

 

P 11: O que significa a implantação de uma solução de Gestão Empresarial digital para a empresa?

 

R 11: É o processo e seu respectivo conjunto de atividades como a instalação de equipamentos e programas; treinamento dos usuários na utilização eficiente dos sistemas; cadastramentos de todos os dados operacionais necessários; parametrização e configuração ajustando os sistemas aos processos da empresa; monitoramento do aprendizado até o início efetivo e correto de utilização do sistema pelos usuários.

 

P 12: Quais as principais dificuldades ao implantar uma solução digital de Gestão Empresarial na empresa?

 

R 12: Ao se tratar da transferência de conhecimento, que envolve mudanças gerenciais e operacionais nos processos e nas ferramentas do dia a dia, uma nova postura frente à TIC precisa ser moldada, começando pela Alta Direção, que deve dar o suporte incondicional à sua decisão estratégica de apoiar a gestão com os recursos da TIC.

 

P 13: Como se pode avaliar, quais as áreas da empresa que são prioritárias na implantação de uma solução digital de Gestão Empresarial?

 

R 13: A resposta deriva de um diagnóstico da situação atual versus a situação desejada das áreas-chave; as áreas mais importantes e, ao mesmo tempo, mais defasadas são prioritárias.

 

P 14: Como se pode avaliar o tempo de implantação de uma solução digital na Gestão Empresarial?

 

R 14: Uma implantação pode durar poucas semanas ou até muitos meses. As variáveis principais de impacto sobre a duração são: o porte da empresa, a complexidade da solução, o número de usuários, a diversificação dos processos da empresa, o grau de envolvimento da gerência e o desempenho da gestão do projeto.

Resumindo, a Gestão Empresarial digital contempla, no nível estratégico, a plataforma Balanced ScoreCard- BSC; no nível tático, a plataforma Business Intelligence – BI e, no nível operacional, a plataforma Enterprise Resource Planning – ERP.

 

A plataforma de apoio que cobre as necessidades dos três níveis organizacionais da empresa é denominada cockpit management. Uma Gestão Empresarial que traz a TIC com estes recursos como seu aliado facilita em muito a vida do gestor – por que não experimentar então?

 

 

 

 

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05
mai

http://www.administradores.com.br/artigos/negocios/a-sua-empresa-e-empregavel/77102/

Desenvolva a EmpreSabilidade – a empregabilidade da empresa

Como se manter empregável frente aos públicos da empresa

O conceito de Empregabilidade vem sendo disseminado já faz um bom tempo, ao contrário do da “EmpreSabilidade”.

Entende-se por Empregabilidade a busca constante do desenvolvimento de competências, para buscar ou manter um emprego atrativo.

A “EmpreSabilidade” é geralmente entendida como a capacidade das empresas de desenvolver e utilizar as competências intelectuais e técnicas de seus membros, para sustentar um posicionamento diferenciado no mercado.

Quero sugerir aqui que se enxergue o assunto “EmpreSabilidade” sob um prisma ampliado, ou seja, a capacidade da empresa de atrair colaboradores, clientes, fornecedores, parceiros, comunidade e investidores, os chamados Stakeholders – os grupos que lidam com a empresa no dia a dia. É aqui que se invertem os polos: a pergunta não é (apenas) o que o profissional deve fazer para ser empregável, mas (também) o que a empresa precisa fazer para se tornar “empreSável” perante o público acima, ou seja, para se tornar uma opção preferida para negócios; é preciso ser e se manter (!) “empregada” pelos players acima.

Por onde começar? 

1 – Entenda o que os stakeholders esperam da sua empresa; sugiro resumir as necessidades da seguinte forma:

- O colaborador quer espaço para desenvolver o seu potencial produtivo;

- O cliente quer soluções;

- O fornecedor quer ser pago;

- A comunidade quer respeito sócio-ambiental;

- O investidor quer dividendos.

2 – Desenvolva os passos da gestão empresarial, a saber:

  • Fixar objetivos corporativos e metas de cada área com o foco em crescer – com lucro – de forma sustentável(!);
  • Elaborar Estratégias com foco em obter vantagem competitiva;
  • Definir Prioridades com foco naquilo que podemos fazer melhor; 
  • Desenvolver Pessoas certas nas posições chaves;
  • Desenhar a Organização com foco em criatividade, disciplina e inovação;
  • Gerenciar o monitoramento com foco em soluções digitais tipo BSC.

Aplicando este processo, a empresa tem tudo para ser percebida, reconhecida e recompensada como sendo diferente, e não ser “apenas mais uma”, por combinar amplitude intelectual, disciplina organizacional e foco no resultado – dela e(!) dos seus públicos.

Como facilitar a sua EmpreSabilidade? 

Envolva o time o tempo todo, através das metodologias avançadas CANVAS e DESIGN THINKING.

1 – Através do CANVAS (“tela”), o time pode descrever e cocriar, numa linguagem comum, em uma única folha(!), ideias sobre como buscar resultados de impacto; basta preencher um quadro com itens utilizando post-its – uma aplicação estruturada, instigante e envolvente.

2 – O DESIGN THINKING (“modo de pensar graficamente”) facilita pensar e atuar “fora da nossa caixa” bem como utilizar a criatividade de forma colaborativa, para gerar ideias (criatividade) e implantar ideias (inovação), a partir das necessidades reais dos stakeholders.

A aplicação do DESIGN THINKING e do CANVAS representa um jeito inspirador, prático e lúdico – portanto, inovador – para modular sua EmpreSabilidade.

Qual é o fator chave de Sucesso? 

A otimização do processo da gestão empresarial através das ferramentas DESIGN THINKING e CANVAS sugere que a busca da empregabilidade perante os stakeholders – a EmpreSabilidade – se torne um hábito organizacional. 

Onde está a sacada?

A empresa acaba se entendendo como a responsável, não apenas por sua carreira institucional, mas também (!) pela carreira dos seus públicos.

Que sirva este artigo para desmistificar a “EmpreSabilidade”, a empregabilidade da empresa. Uma tarefa difícil, mas não impossível; acima de tudo, tão desafiadora quanto fascinante.

 

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