Arquivo de Gestão Empresarial

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ERP – show de bola na gestão empresarial digital

ERP significa Enterprise Resource Planning –ERP (Sistema Integrado de Gestão Empresarial – SIG).

Um sistema de ERP visa a automatização dos procedimentos de uma empresa. Abrange o seu planejamento, execução e controle sob o ponto de vista econômico e financeiro” (Ernesto Haberkorn, “Gestão Empresarial com ERP” – 2008). Sendo um conjunto de atividades, executadas por um software, o ERP fornece soluções de gestão empresarial, caracterizadas por sua estrutura modular, padronização e integração da informação.

A ferramenta integra e controla os dados das operações chave da empresa, em um único sistema, facilitando o fluxo de informações padronizadas, em tempo real.

Um sistema ERP abrange o processo desde marketing, vendas, desenvolvimento de produtos, suprimento, planejamento e controle da produção, venda, faturamento, estoque, logística, serviço ao cliente,finanças, contabilidade e recursos humanos até relatórios gerenciais.

Estamos falando de uma visão de ponta a ponta, do cliente de um lado e o fornecedor de outro (supply chain),sempre buscando melhorar o planejamento e a alocação de recursos.

Quais são as tendências do ERP?

O ERP evoluiu para simplificar a vida do usuário, desenvolvendo gráficos e imagens.

Hoje o ERP vem interagindo com outras ferramentas de gestão empresarial como CRM (Gestão de Relacionamento com Clientes), BI (Business Intelligence) e BPM (Business Process Management).

Como novo modismo surge a computação ‘nas nuvens’ (cloud computing), que basicamente consiste em oferecer todo serviço de software de forma remota, onde os dados estarão armazenados em servidores externos em relação à empresa.

Esta tendência deve beneficiar o ERP, uma vez que ela implicará em menos complexidade de instalação, permitindo uma implantação mais rápida e mais econômica.

Como ERP pode melhorar o desempenho de uma empresa?

O ERP pode ser visto como um grande banco de dados, que integra, unifica e ordena informações da empresa em um só lugar.Qualquer irregularidade nos processos fica visível em tempo real.Assim é possível tomar decisões, de forma assertiva e rápida, sobre quais processos devem e podem ser otimizados para encurtar os ciclos produtivos.

Eliminando barreiras entre áreas e fazendo fluir a informação por toda a empresa, oERP permite que diferentes áreas possam planejar em conjunto a execução de medidas preventivas ou corretivas.

Relatórios gerenciais fornecem informações sobre a produtividade das áreas, sob aspectos como: tempo de resposta ao mercado, redução do leadtime, redução de custos operacionais, redundância de atividades, redução de estoque.

Quais são as vantagens do ERP?

1- A grande vantagem é a maior confiabilidade de dados, ao monitorar as operações da empresa.

2- As informações trafegam pelos módulos em tempo real, ou seja, um pedido dispara o processo de fabricação com o envio da informação para múltiplas bases, do estoque de insumos ao faturamento.

3- O ERP facilita racionalizar a produção, reduzir custo e melhorar o serviço ao cliente.

4- O ERP é capaz de se adequar ao ramo e ao modelo de gestão da empresa.

5- A implantação de um sistema ERP reflete de imediato na estabilidade das operações da empresa.

Quais são os fatores de sucesso na implantação de um sistema ERP?

1- Antes de tudo, o apoio da Direção

2- O comprometimento dos profissionais, responsáveis pela atualização dos dados que alimentam toda a cadeia de módulos do ERP.

3- O envolvimento do Usuário.

Quais cuidados devem ser tomados na escolha de um ERP?

Os cuidados mais importantes são a definição clara de objetivos e a identificação precisa das necessidades da empresa, em nível de cada área envolvida, o que determina tamanho e valor da ferramenta.

Outro fator importante é verificar se o sistema receberá manutenção e atualizações de acordo com as mudanças tecnológicas.

Quais serviços integram um projeto ERP?

A implantação de um projeto ERP engloba a orientação quanto aos requisitos mínimos de hardware, a instalação do software nas estações de trabalho, a configuração do sistema e das funções de cada usuário, o treinamento no uso do sistema e a conversão de dados.

O investimento se justifica na medida em que seu potencial das vantagens acima é explorado.

O tempo de implantação varia em função de situação, objetivo e necessidade da empresa, que determina o tamanho do software, bem como do desempenho da equipe do projeto; tempo médio é de 6 a 24 meses.

ERP – a solução para uma gestão empresarial digital – faça seu show de bola!

 

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http://portalerp.com/estrategico/entry/blog-estrategico/gestao-estrategica-com-suporte-digital

Gestão Empresarial – com suporte digital 

Como a Tecnologia de Informação e Comunicação – TIC

pode facilitar a vida do gestor

O cenário do ambiente corporativo traz uma notícia “ruim” e uma “boa”:

A notícia “ruim”: Para atingir seus objetivos e se manter competitivas no mercado, as empresas precisam ajustar seus processos de negócios.

A boa notícia: Existem soluções, derivadas da Tecnologia de Informação e Comunicação – TIC, para uma Gestão Empresarial que busca otimizar processos e resultados.

Para entender melhor a inteligência das principais ferramentas gostaria de responder aqui as perguntas mais freqüentes.

P 1: Qual é o papel da TIC?

R 1: O papel essencial da TIC é transformar Dados em Informação, Informação em Conhecimento e Conhecimento em Inteligência, Inteligência em Inovação, para decidir sobre o diferencial estratégico de competitividade empresarial.

P 2: O que é Estratégia?

R 2: Estratégia é o posicionamento competitivo no mercado – diferenciado e(!) percebido; p.ex., Liderança em Inovação, Liderança em Custo, etc.

P 3: Existe uma ferramenta digital que ajuda a transformar estratégia em ação e resultado?

 

R 3: Sim. A solução se chama Balanced ScoreCard – BSC, um modelo de Gestão Empresarial, com base em uma plataforma digital, que estrutura logicamente a estratégia da empresa, nas dimensões (1) Finanças – saúde financeira da empresa, expressa em lucratividade; (2) Cliente – satisfação do cliente, expressa em lealdade; (3) Processo – racionalização dos processos, expressa em redução de custo operacional;(4) Aprendizagem – evolução dos colaboradores, expressa no fortalecimento de comportamentos e competências centrais.

 

P 4: Em que sentido o BSC facilita o desempenho do Gestor Empresarial?

 

R 4: O BSC permite ao gestor trabalhar alinhado com o objetivo e a estratégia corporativa, explicá-los ao seu time na busca da sua transformação em indicadores de desempenho, metas e ações através do Mapa Estratégico.

 

P 5: Quais são os fatores chaves de sucesso na implantação do BSC?

 

R 5: O convívio com um BSC requer um forte comprometimento da alta direção com o projeto de implantação. O importante é persistir; o ganho virá na medida em que a Gestão Empresarial fica mais transparente, revelando, assim, os gestores de ponta – uma vantagem competitiva valiosíssima para a empresa.

 

P 6: Se o BSC atua no nível estratégico, qual é a solução que atua no nível tático?

 

R 6: A solução se chama Business Intelligence – BI (inteligência analítica de negócios), um sistema de suporte para Informações Gerenciais na Gestão Empresarial, desenhado para armazenar  e disponibilizar de forma simples, rápida e explícita informações (“massa crítica”),  na busca de uma tomada de decisão ágil e assertiva.

 

P 7: Como funciona o BI?

 

R 7: Os dados operacionais são extraídos de um Banco de Dados para formar um Armazém de Dados (data warehouse). Ao transformar dados em informações gerenciais confiáveis, em um ambiente altamente colaborativo e com alta disponibilidade de informação, o conhecimento se torna um grande diferencial competitivo para as organizações. Ao definir “o que eu quero ver”, podem-se enxergar as partes de um cubo de Gestão Empresarial; p.ex., vendas por região, margem por produto, lucratividade por linha de produto, etc.

 

P 8: E no nível operacional, qual é a solução digital?

 

R 8: Aqui falamos do chamado Enterprise Resource Planning – ERP, que leva em conta que não são mais as empresas que definem o preço de seus produtos. O grande acesso do cliente a inúmeras ofertas coloca a Gestão Empresarial na obrigação de estipular valores.

O ERP tornou-se fundamental para reduzir custos, aumentar a eficiência na produção, manter o estoque no menor nível possível e evitar o desperdício, permitindo a fabricação de um produto de valor final mais baixo, e conseqüentemente, de maior competitividade.

 

P 9: Qual é a sacada do ERP?

 

R 9: O ERP apoia ações que se iniciam na idealização de um produto novo, passam pela fabricação até chegar na armazenagem (automação do fluxo de trabalho ou workflow), ao proporcionar automatização completa e total controle da configuração dos produtos.

 

O ERP ganha grande relevância na tramitação de um Pedido de Compra: cadastrado no módulo de vendas, o sistema dispara automaticamente a programação de produção no módulo de manufatura, ao mesmo tempo em que é gerada uma ordem de cobrança no módulo financeiro. Os resultados esperados são: maior eficiência, menores custos e, na ponta, um cliente satisfeito.

 

P 10: Existe uma plataforma de apoio à Gestão Empresarial que cobre as necessidades de todos os níveis organizacionais da empresa?

 

R 10: Sim. É o chamado cockpit management. A solução permite à Gestão Empresarial estruturar o planejamento estratégico e monitorar sua execução, por meio de cockpits gerenciais personalizados, que apresentam interativamente o desempenho de áreas de gestão por meio de mecanismos de compartilhamento de informações analíticas e alertas automáticos sobre exceções. Uma “mão na roda” para os gestores, que levam em conta que não é possível “pilotar um avião observando apenas o medidor do combustível”. A solução garante monitorar a “saúde” da empresa como um todo.

 

P 11: O que significa a implantação de uma solução de Gestão Empresarial digital para a empresa?

 

R 11: É o processo e seu respectivo conjunto de atividades como a instalação de equipamentos e programas; treinamento dos usuários na utilização eficiente dos sistemas; cadastramentos de todos os dados operacionais necessários; parametrização e configuração ajustando os sistemas aos processos da empresa; monitoramento do aprendizado até o início efetivo e correto de utilização do sistema pelos usuários.

 

P 12: Quais as principais dificuldades ao implantar uma solução digital de Gestão Empresarial na empresa?

 

R 12: Ao se tratar da transferência de conhecimento, que envolve mudanças gerenciais e operacionais nos processos e nas ferramentas do dia a dia, uma nova postura frente à TIC precisa ser moldada, começando pela Alta Direção, que deve dar o suporte incondicional à sua decisão estratégica de apoiar a gestão com os recursos da TIC.

 

P 13: Como se pode avaliar, quais as áreas da empresa que são prioritárias na implantação de uma solução digital de Gestão Empresarial?

 

R 13: A resposta deriva de um diagnóstico da situação atual versus a situação desejada das áreas-chave; as áreas mais importantes e, ao mesmo tempo, mais defasadas são prioritárias.

 

P 14: Como se pode avaliar o tempo de implantação de uma solução digital na Gestão Empresarial?

 

R 14: Uma implantação pode durar poucas semanas ou até muitos meses. As variáveis principais de impacto sobre a duração são: o porte da empresa, a complexidade da solução, o número de usuários, a diversificação dos processos da empresa, o grau de envolvimento da gerência e o desempenho da gestão do projeto.

Resumindo, a Gestão Empresarial digital contempla, no nível estratégico, a plataforma Balanced ScoreCard- BSC; no nível tático, a plataforma Business Intelligence – BI e, no nível operacional, a plataforma Enterprise Resource Planning – ERP.

 

A plataforma de apoio que cobre as necessidades dos três níveis organizacionais da empresa é denominada cockpit management. Uma Gestão Empresarial que traz a TIC com estes recursos como seu aliado facilita em muito a vida do gestor – por que não experimentar então?

 

 

 

 

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05
mai

http://www.administradores.com.br/artigos/negocios/a-sua-empresa-e-empregavel/77102/

Desenvolva a EmpreSabilidade – a empregabilidade da empresa

Como se manter empregável frente aos públicos da empresa

O conceito de Empregabilidade vem sendo disseminado já faz um bom tempo, ao contrário do da “EmpreSabilidade”.

Entende-se por Empregabilidade a busca constante do desenvolvimento de competências, para buscar ou manter um emprego atrativo.

A “EmpreSabilidade” é geralmente entendida como a capacidade das empresas de desenvolver e utilizar as competências intelectuais e técnicas de seus membros, para sustentar um posicionamento diferenciado no mercado.

Quero sugerir aqui que se enxergue o assunto “EmpreSabilidade” sob um prisma ampliado, ou seja, a capacidade da empresa de atrair colaboradores, clientes, fornecedores, parceiros, comunidade e investidores, os chamados Stakeholders – os grupos que lidam com a empresa no dia a dia. É aqui que se invertem os polos: a pergunta não é (apenas) o que o profissional deve fazer para ser empregável, mas (também) o que a empresa precisa fazer para se tornar “empreSável” perante o público acima, ou seja, para se tornar uma opção preferida para negócios; é preciso ser e se manter (!) “empregada” pelos players acima.

Por onde começar? 

1 – Entenda o que os stakeholders esperam da sua empresa; sugiro resumir as necessidades da seguinte forma:

- O colaborador quer espaço para desenvolver o seu potencial produtivo;

- O cliente quer soluções;

- O fornecedor quer ser pago;

- A comunidade quer respeito sócio-ambiental;

- O investidor quer dividendos.

2 – Desenvolva os passos da gestão empresarial, a saber:

  • Fixar objetivos corporativos e metas de cada área com o foco em crescer – com lucro – de forma sustentável(!);
  • Elaborar Estratégias com foco em obter vantagem competitiva;
  • Definir Prioridades com foco naquilo que podemos fazer melhor; 
  • Desenvolver Pessoas certas nas posições chaves;
  • Desenhar a Organização com foco em criatividade, disciplina e inovação;
  • Gerenciar o monitoramento com foco em soluções digitais tipo BSC.

Aplicando este processo, a empresa tem tudo para ser percebida, reconhecida e recompensada como sendo diferente, e não ser “apenas mais uma”, por combinar amplitude intelectual, disciplina organizacional e foco no resultado – dela e(!) dos seus públicos.

Como facilitar a sua EmpreSabilidade? 

Envolva o time o tempo todo, através das metodologias avançadas CANVAS e DESIGN THINKING.

1 – Através do CANVAS (“tela”), o time pode descrever e cocriar, numa linguagem comum, em uma única folha(!), ideias sobre como buscar resultados de impacto; basta preencher um quadro com itens utilizando post-its – uma aplicação estruturada, instigante e envolvente.

2 – O DESIGN THINKING (“modo de pensar graficamente”) facilita pensar e atuar “fora da nossa caixa” bem como utilizar a criatividade de forma colaborativa, para gerar ideias (criatividade) e implantar ideias (inovação), a partir das necessidades reais dos stakeholders.

A aplicação do DESIGN THINKING e do CANVAS representa um jeito inspirador, prático e lúdico – portanto, inovador – para modular sua EmpreSabilidade.

Qual é o fator chave de Sucesso? 

A otimização do processo da gestão empresarial através das ferramentas DESIGN THINKING e CANVAS sugere que a busca da empregabilidade perante os stakeholders – a EmpreSabilidade – se torne um hábito organizacional. 

Onde está a sacada?

A empresa acaba se entendendo como a responsável, não apenas por sua carreira institucional, mas também (!) pela carreira dos seus públicos.

Que sirva este artigo para desmistificar a “EmpreSabilidade”, a empregabilidade da empresa. Uma tarefa difícil, mas não impossível; acima de tudo, tão desafiadora quanto fascinante.

 

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50 Termos para unificar a linguagem da sua Gestão Empresarial

Os jargões na gestão empresarial são cada vez mais padronizados, tanto nos corredores das empresas quanto nas reuniões; em particular, nota-se um aumento acentuado de termos de origem inglesa, ou melhor, americana: os EUA não dominam o mundo inteiro, mas o seu idioma domina o mundo dos negócios.

O “Corporativês”, seja em português ou em inglês, tem valor destacado na comunicação executiva, oral e escrita. O problema de se expressar um conceito complexo em uma palavra que está sendo usada amplamente resolve “n” casos de tomada de decisão e de ação assertiva.

Palavras-curinga ou palavras “mais ou menos” acabam gerando margens de dúvidas e equívocos que comprometem o resultado de uma comunicação profissional. Um fato que se agrava na medida em que as pessoas têm uma natural inibição de se certificar se entenderam uma palavra técnica corretamente.

Sabemos que falar mais de uma língua é imprescindível. Entretanto, ainda não existem cursos que ensinem a falar o “corporativês”. Sem medo de ser chamado de esnobe, use-o.

Podemos notar também que no GOOGLE existem “n” interpretações para termos empresariais; p.ex., para a palavra de busca “Gestão” encontramos  31.5 milhões – o que fazer com tudo isso?

A seguir, você encontra a explicação e/ou aplicação de siglas ou termos básicos da gestão empresarial, utilizados no dia a dia da dos gestores empresarias:

Autogestão – Modelo de gestão, onde um organismo é administrado pelos seus participantes, sem a figura do superior (patrão ou chefe), mas todos colaboradores participando das decisões gerenciais em igualdade de condições.

Avaliação 360 graus – Sistema usado para medir o desempenho, em que o colaborador não é submetido somente à avaliação do chefe imediato, mas à dos colegas de trabalho, subordinados e até de clientes da empresa.

B2B - Sigla fonética de “business to business”. É o comércio eletrônico entre empresas. Trata-se de um mercado sem a participação do consumidor.

Balanced ScoreCard – BSC: Significa “cartão de aferição ponderada e integrada”, ligado ao processo de controle dos resultados da empresa. O BSC Manager traduz a estratégia em resultados, através do estabelecimento de objetivos, indicadores de desempenho, metas e ações, levando a um processo de monitoramento contínuo, analisando, concluindo e agindo junto com sua equipe, compartilhando seu “painel de comando”.

Benchmarking –Benchmarking é um processo sistemático e contínuo de medida e comparação das práticas de uma organização com as das melhores empresas.

Break-even - Em português, ‘ponto de equilíbrio’, é quando os custos da empresa são iguais às suas receitas. O cálculo do break-even  point (o momento a partir do qual custos e receitas de um negócio se equilibram, ou seja, o ponto de lucro zero da empresa) é muito importante para o processo de planejamento estratégico e financeiro.

Budget (orçamento) - Do francês bougette, o termo significa orçamento, normalmente anual. O processo de planejamento financeiro anual deve ser precedido de uma definição de objetivos, estratégias, prioridades, pessoal e organização, processados numa modelagem financeira em planilhas Excel ou equivalente. É importante envolver pelo menos cinco áreas da empresa: marketing, engenharia, logística e/ou produção, vendas, treinamento e finanças.

Business IntelligenceBI –  Processo de coleta, organização, análise, compartilhamento e monitoramento de informações que oferecem suporte à tomada de decisões empresariais.

Canvas – Uma metodologia para organizar - numa linguagem comum, em uma única folha(!), ideias sobre como buscar resultados de impacto, através do preenchimento de um quadro com itens, utilizando post-its – uma aplicação estruturada, instigante e envolvente para construir, alterar ou avaliar Modelos de Gestão Empresarial.

Capital de Giro (working capital) - São os recursos financeiros utilizados para cobrir os custos do dia a dia e o prazo entre o pagamento de despesas e o recebimento da receita.

Capital Humano (Human Capital) – Diferente de Recursos Humanos, Capital Humano é um conjunto de conhecimentos, experiências e aprendizados das pessoas que lhes permitem realizar trabalhos com diferentes graus de complexidade e especialização.

Clima organizacional – O ambiente interno de uma empresa. Para avaliá-lo são consideradas a liderança na companhia, a motivação para o trabalho e as possibilidades de crescimento profissional.

Commodity – Produto primário, geralmente com grande participação no comércio internacional.

Controlling - O controlling permite a você definir e gerenciar orçamentos e comparar os índices reais e planejados a qualquer momento, obtendo um quadro exato e atual do seu negócio.

Core Competence – Confunde-se muito core competence com core business. Este último significa o negócio principal da empresa; core competences são competências que os clientes apreciam (e pagam) e que os concorrentes não conseguem ou apenas com muita dificuldade imitar.

Customer Relationship Management – CRM (Gestão de Relacionamento com o Cliente) – Permite identificar/entender grupos de clientes e desenvolver estratégias para gerenciá-los de forma mais rentável para ambos, através de um conjunto de ferramentas que automatizam as funções de contato com o cliente.

Design Thinking (“modo de pensar graficamente”) – Uma abordagem que facilita pensar e atuar “fora da nossa caixa”, bem como utilizar a criatividade de forma colaborativa para gerar ideias (criatividade) e implantar ideias (inovação) a partir das necessidades reais dos stakeholders.

Empowerment - As empresas que dão mais poder, autonomia e responsabilidades aos seus colaboradores são as que estão mais bem posicionadas para competir. Com a gente que sobrou, faz-se necessário um alto grau de autonomia individual para que a empresa funcione melhor.

Empres(!)abilidade –A competência da empresa de atrair o melhores colaboradores, clientes, fornecedores, parceiros e investidores.

Enterprise Resource Planning (ERP) - Sistema de Informação cuja função é armazenar, processar e organizar as informações geradas nos processos organizacionais, estabelecendo relações de informação entre todas as áreas de uma companhia.

Fluxo de Caixa (cash flow) - Indica a origem do dinheiro que entrou no Caixa, bem como a aplicação do dinheiro que saiu do Caixa em determinado período e, ainda, o Resultado do Fluxo Financeiro.

Gestão Baseada em Valor – GBV (Value Based Management – VBM) – Modelo de Gestão Empresarial, que tem como foco maximizar o valor dos shareholders (acionistas) – numa abordagem restrita e dos stakeholders (grupo de interesses) – numa abordagem ampla.

Gestão de Cadeia de Suprimento (Supply Chain Management – SCM) – Indo além do conceito tradicional da Logística, a Gestão da Cadeia de Suprimento integra os processos do negócio do consumidor final com áreas da empresa como compras, materiais, ciclo de produção, vendas, serviços, informação e distribuição, com foco na identificação de oportunidades para reduzir custos, visando lucratividade contínua para ambos – a empresa e(!) o cliente.

Gestão da Mudança (Change Management) – Os gestores devem preparar-se para a mudança através da resposta a três perguntas fundamentais: Como será a organização do futuro? Qual o processo de mudança ideal? Qual o tipo de competência que fará a diferença? Criam-se, então, equipes de trabalho competitivas e motivadas (focus groups), das quais surgem, naturalmente, os agentes de mudança.

Gestão do Conhecimento (Knowledge Management) – Desenvolve processos para a aquisição e compartilhamento de conhecimento, experiência e aprendizado com todos os colaboradores.

Gestão Empresarial – Processo de (apenas) 6 passos para alinhar

Objetivo – Estratégia – Prioridades – Pessoas – Organização – Resultado,

estimulando a equipe a remar na mesma direção: planejar, atuar e monitorar de maneira a otimizar resultado.

Gestão por Competência – Modelo para gerir as competências individuais atuais e estimular as novas, bem como para alocá-las de forma a multiplicarem o potencial produtivo da empresa.

Gestão por Objetivos – GPO (Management by Objectives – MBO ) – Um sistema de gestão em que os colaboradores e os superiores definem em conjunto qual é o objetivo do seu trabalho, como o realizar, de que forma será avaliado e qual o tempo necessário para sua concretização.

Governança Corporativa – Trata das estruturas e processos para a gestão e controle das empresas, contribuindo para o desenvolvimento econômico sustentável, melhorando o desempenho das empresas e proporcionando maior acesso a fontes externas de capital.

 

Inovação – Em uma empresa, inovar significa introduzir algo novo (por que não fazer) ou modificar substancialmente algo existente (fazer melhor o que já se fazia), gerando um impacto relevante sobre o resultado da empresa.

Inteligência Competitiva - Alimenta os executivos com a inteligência sobre as atividades dos concorrentes, as preferências dos consumidores e as inovações tecnológicas do segmento onde atuam. A interpretação das informações permite às companhias explorar as oportunidades e contornar as ameaças.

Intranet – São redes internas exclusivas para a difusão da informação, no interior da empresa, entre os seus colaboradores.

Intraempreendedor  (Intrapreneur ) É o empreendedor que trabalha dentro(!) de uma organização, transformando ideias em ações para gerar soluções impactantes.

Key Performance Indicator (KPI) -  Avalia o desempenho do negócio (p.ex., taxa de cancelamento de pedidos, taxa de horas de parada de equipamento, fator de capacidade líquida, retorno sobre investimento, custo da mão-de-obra, etc.).

Learning Organization (Organização que aprende) – São empresas gerenciadas de forma transparente, com gestores que divulgam aquilo que sabem, pedem ajuda quando não sabem e facilitam o aprendizado de seus liderados.

Líder – O líder tem seguidores (que empregam o seu talento na busca do resultado esperado), o chefe tem subordinados (que deixam de explorar seu potencial produtivo).

Lucratividade (profitability) – diferente de rentabilidade - Indica o percentual de ganho obtido sobre as vendas realizadas.

Lucro (Profit) - Existem os seguintes níveis: Lucro Bruto – diferença positiva de Receita menos Custo; Lucro Operacional – diferença positiva do lucro bruto e das despesas operacionais; Lucro não operacional – resultado positivo das receitas e despesas não operacionais; Lucro Líquido – diferença positiva do lucro bruto menos o lucro operacional e o não operacional e Lucro Econômico – diferença positiva entre lucro líquido e custo de capital.

 

Lucro Econômico (Economic Profit) - Uma medida de desempenho econômico que mais se aproxima do verdadeiro lucro real das organizações. O Lucro Econômico é o lucro operacional líquido menos o custo de oportunidade de todo o capital investido.


Networking
– Estabelecer ou manter uma rede de contatos. Fazer networking costuma ser uma ótima forma de otimizar a base  de seus relacionamentos e transformá-los em benefício mútuo – “não saia de um evento com menos de 5 cartões de visita”.

Planejamento Estratégico - Avalia o potencial total de um negócio, vinculando os objetivos e as ações para alcançá-los.

Plano de Marketing – Ferramenta que alinha diagnóstico de mercado – análise SWOT – objetivos de marketing -estratégia de marketing – marketing mix – previsão de vendas – orçamento de marketing – monitoramento de resultados.

 

PME – É a sigla para pequenas e médias empresas. Uma pequena empresa possui de dez a 49 colaboradores; uma empresa média entre 50 e 249.

Preço – Valor traduzido em moeda. O valor percebido (!) pelo cliente é a base para formar o preço, não o custo de produção. O conceito de valor é fundamental para desenvolver uma estratégia de preço (Precificação – Pricing).

Produtividade – Relação entre os resultados obtidos e os recursos utilizados.

Rentabilidade (diferente de Lucratividade) - Indica o percentual de remuneração do capital investido na empresa.

Retorno sobre Investimento (Return on Investment – ROI )– É um índice financeiro que mede o retorno de determinado investimento realizado e contabilizado em meses, nos quais ele será amortizado para, a partir daí, gerar lucro.

Análise SWOT (SWOT Analysis) – Analisa a competitividade de uma organização, considerando variáveis como Forças, Oportunidades, Fraquezas, Ameaças; daí chamada também de “FOFA”.

Talento – Expressão vinculada à vocação ou ao dom natural, à habilidade superior de se sair melhor do que a média, ao exercer atividades ou ao lidar com situações que requerem uma solução inovadora ou resultados superiores.

Teambuilding - Conscientização dos profissionais da importância e do porquê da necessidade do trabalho em equipe, através de promoção de maior motivação e entusiasmo nas pessoas para a realização de suas atividades diárias.

Tecnologia de Informação e Comunicação – TIC – Conjunto de todas as atividades e soluções oriundas da designação de recursos computacionais para a geração e o uso da informação e comunicação. A TI está ancorada nos componentes hardware, software, netware e(!) peopleware.

Trainee - Cargo em uma empresa, em que o desenvolvimento profissional do colaborador, contratado na condição de recém formado, é incentivado através de um programa.

 Workshop – Treinamento em grupo, de acordo com a técnica dominada pelo instrutor, que visa o aprendizado de novas práticas para o trabalho.
 

 

 

 

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Dúvidas e incertezas fazem parte do dia a dia do profissional, tais como:

- E se não houver mercado para meu produto ou serviço?

- E se estes investimentos não derem retorno?

- E se meu concorrente entrar no meu nicho? 

Se você está nesta situação, pense: ao invés de ter medo de enfrentar, porque não se concentrar no que é necessário – e talvez possível – para suceder – apesar disso, quem sabe, por causa disso?

Quando não sabemos lidar com isso de forma positiva, esta realidade gera insegurança, para não dizer medo – uma ameaça para solidez da sua gestão empresarial.

Para afetar positivamente nossa capacidade de criar e inovar, sugerimos o pequeno roteiro abaixo para gerar um oportunidade que pode fortalecer a sua gestão empresarial:

1 – Liste as suas dúvidas;

2 – Para cada dúvida relacione os fatos supostos que, na sua opinião,  sustentam a dúvida;

- Se você tem medo de não haver mercado para seu produto ou serviço, faça uma pesquisa sobre demanda dos produtos e/ou produtos alternativos; 

- Se você tem medo de os investimentos não derem retorno, use  ferramentas de gestão de risco para determinar se os novas projetos são viáveis; 

- Se você tem medo que seu concorrente entra no seu nicho, faça uma análise SWOT profunda. 

A falta de informação é natural para qualquer empreendimento; a diferença é a atitude com que se encara esta realidade.

3- Use estes fatos para

- gerar uma lista (a) de possíveis medidas para neutralizar seu medo

- gerar uma lista (b) de medidas, caso não for possível neutralizar seu medo

4 – Para cada medida da lista (a) crie e execute um plano de ação

5 – Para cada medida da lista (b) crie um Plano B

Os passos acima ajudarão você a transformar o arrepio dos “e se…” negativos em oportunidades para tornar seu negócio mais competitivo, seja enfrentando seja driblando as adversidades potenciais.

Muito importante: se você for líder de uma equipe, convide os membros para este exercício – eles vão gostar e você vai ganhar!

 

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