Arquivo de Gestão Empresarial

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20
dez

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Vamos imaginar nosso cérebro como nossa central de comando que dirige pensamento e ação.

Na escola aprendemos regras e princípios, presumindo padrões e regularidade.

Na vida aprendemos que não temos a menor idéia do que vai acontecer amanhã.

Como lidar com isso?

Não somos educados para pensar criativamente.

Somos preparados para não errar, para não assumir riscos.

Vem aí um depoimento que alerta: “Criatividade hoje é tão importante como a alfabetização” (Ken Robinson, Autor do Livro “The Element”).

Os produtos e serviços das empresas acabam ficando cada vez mais parecidos (commodity).

Bruce Henderson, fundador de uma das mais rentáveis empresas de consultoria do mundo, a BSG, dizia: ”Seus competidores mais perigosos são os que mais se parecem com você”.

Portanto, quem faz a diferença entre você e seus competidores são as pessoas, menos seu conhecimento, mais seu comportamento – aqui a disposição para pensar criativamente.

A vantagem competitiva nasce no lado direito do cérebro, no somatório ativando do cérebro das pessoas – portanto incentive a interatividade criativa, multidisciplinar e colaborativa – ou seja, co-criativa.

Empresas de sucesso na gestão empresarial estão praticando o Design Thinking, uma metodologia de solução de problemas não linear, que usa as habilidades dos dois (!) lados do cérebro: o ladro esquerdo para mapear um problema, o lado direito para desenvolver idéias.

Porque não testar?

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Você já pensou aplicar Inteligência Emocional aos negócios?

O que organizações buscam são gestores que saibam desenvolver empatia e equilíbrio com a sua equipe; aqui entra Daniel Goleman com sua teoria da Inteligência Emocional, que se tornou um mantra de gestão empresarial.

A forma eles compreendem (ou não) emoções, atitudes e relacionamentos – a partir do outro é fator crítico de sucesso na gestão empresarial.

Ele defende que a melhor motivação para desenvolver força mental e empatia precisa partir da vontade do indivíduo.

Para desenvolver a inteligência emocional Goleman sugere 5 passos:

1 – Pergunte: “isso é importante para me realizar e seguir carreira?”

2 – Faça um inventário 360º das suas competência emocionais, recolhendo opiniões de superiores, pares, familiares, membros da equipe.

3 – Avalie os resultados, avaliando: como você cria empatia com as pessoas, como você desenvolve relações, persuasão e cooperação.

4 – Identifique a área na qual você acredita que vale a pena investir  esforço e tempo para melhorar.

5 – Seguir o seu comportamento melhorado – o tempo todo.

Como medir nossa inteligência emocional?

Desenvolva um “empatômetro” que capta atração (ou não), química (ou não) com as pessoas, procura por outros (ou não).

O que priorizar para ser mais aceito?

Tente ser positivo, extrovertido e conectado com outros – meio para se tornar bom colaborador, jogador de equipe e líder – é fazer implacar sua inteligência no outro que você exerce a função mais importante do líder, enfatiza Goleman.

Quais resultados uma empresa que encoraja inteligência emocional pode esperar?

Goleman destaca Mais satisfação, mais motivação e mais retenção dos colaboradores, mais retenção de colaboradores; consequentemente melhores resultados.

Para detalhes visite http://www.administradores.com.br/entrevistas/carreira/a-inteligencia-emocional-aplicada-aos-negocios/122/

 

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05
jul

Diga não ao sim…

por wkprisma às 14:59 em: Gestão Empresarial

Quem não tem dificuldade em dizer não quando precisa? Quem não se enrola por causa disso na sua agenda?

As pessoas que sabem utilizar bem o seu tempo, aprendem a dizer não. Do contrário, fica inviável ter disponibilidade para tudo aquilo que você realmente precisa fazer ou gostaria de fazer.

Quantos profissionais não recebem inúmeros convites de reunião, encontros e eventos entre infindáveis telefonemas e e-mails.

Você não pode abraçar tudo e ser amigo de todos – o tempo é um só e você também é um só!

Para administrar melhor seu tempo, faça uma agenda identificando o que precisa fazer e gostaria de fazer.

A preparação para o sim e para o não começa com sua atitude de priorização, fundamentada sob critérios, p.ex impacto sobre resultado “e se não fizer…”.

Saber filtrar solicitações e aprendendo a dizer não impacta diretamente no equilíbrio e resultado do nosso trabalho; se você está confortável com a critério da priorização e souber “vende-la”, o outro vai compreender – ele também vive esta situação!.

Saber não implica em eventual negociação de prioridades; é tudo uma questão de critério do não e tom do não.

Faça o não um aliado na gestão do seu tempo!

 

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O mercado globalizado demanda profissionais, preparados para atuarem em ambientes internacionais-interculturais – se ainda tiver dívidas sobre o avanço da globalização, assista o vídeo muito legal a respeito www.youtube.com/watch?v=afNPIbOBsqY

O que é Internacionalização?

A Internacionalização é a mudança de uma aventura isolada para um fator de sucesso no desenvolvimento profissional, com a finalidade de buscar oportunidades de crescimento – seja individual, seja corporativo.

Onde está o desafio?

O grande desafio, principalmente para os jovens, é desenvolver ou aprimorar as competências profissionais internacionais-interculturais.

O que fazer?

Esteja preparado para oportunidades para internacionalizar seu currículo e sua carreira.

Amplie seu network: você vai aprender com outras culturas, mentalidades e hábitos.

Faça benchmarking: você vai aprender sobre práticas de sucesso nas  organizações.

Onde estão as oportunidades de aprendizado?

A OEA – Organização dos Estados Americanos proporciona centenas de bolsas para estudos de pós-graduação e pesquisa, bolsas para estudos de graduação e treinamento especializado e de curta duração – para detalhes visite http://www.oas.org/en/about/sedi.asp

 A OEI – Organização dos Estados Iberoamericanos promove a solidariedade dos povos iberoamericanos através da educacão, ciência, tecnologia e cultura – para detalhes visite http://www.oei.es/educacion.php

A AECI – Agência Espanhola de Cooperação Internacional promove um Programa de bolsas no campo da educação, capacitação e formação para países em desenvolvimento – para detalhes visite http://www.aecid.es/es/donde-cooperamos

O EBW – Euro Brazilian Windows é um programa de cooperação e mobilidade na área do ensino superior com o objetivo de alcançar um melhor entendimento e um enriquecimento mútuo entre a União Européia e países terceiros na área do ensino superior, através do intercâmbio de pessoas, conhecimentos e capacidades ao nível do ensino superior – para detalhes visite http://www.ebw.up.pt/?show=general_information

O que altos executivos dizem sobre Educação Internacional-Intercultural? (Fonte  http://www.pensandomarketing.com/home/id56.html)

Apesar de considerarem os programas nacionais de educação executiva bons, os executivos brasileiros dão mais valor aos MBAs oferecidos por instituições internacionais de pós-graduação.

Para sua carreira, dos 100 executivos entrevistados, 52% consideraram muito importante e 38% consideraram essencial um programa de educação executiva.

A pesquisa revela também que 2/3 dos profissionais esperam aprimorar seus relacionamentos trocando experiências com outros alunos e aplicar os conceitos aprendidos; 60% tem perspectiva de carreira internacional.

Entre 2007 e 2008, o número de brasileiros com mais de 30 anos que estudaram fora do país cresceu 30%, como relata a Revista ÉPOCA de setembro de 2009.

 O que as empresas buscam? (Fonte: Revista ÉPOCA de abril de 2009)

> Profissionais que tenham vivência (não apenas idioma) internacional

> Profissionais que entendem de Comércio Exterior (exportação e importação).

> Profissionais que dispensem treinamento, com pelo menos 5 anos de prática no mercado.

O mercado precisa de um novo profissional – o profissional intra-empreendedor – ou seja, o empreendedor que atua dentro de uma organização, transformando idéias em ações, para gerar resultados de impacto, como revelam entrevistas com altos executivos, publicadas na  Revista VOCÊ S/A de 06/04/2010:

“Não esperamos que um profissional esteja pronto, pois investimos em formação. Mas ele tem de mostrar que se atualiza em relação ao mercado e ao mundo. Se está na área comercial, o que tem feito para vender mais? Ele está a par das novas tecnologias? Como faz para prever tendências? Valorizo qualidade nos resultados, mais do que quantidade.”, enfatiza Luis  Delfim, Presidente da Guararapes, representante da Coca-Cola, de Pernambuco.

Gustavo Diament, Vice-presidente de marketing da empresa de telefonia Nextel, de São Paulo, destaca: “Tem de ser inconformado com o que há na empresa e mostrar resultados que demonstrem que saiu do lugar-comum. Também é importante construir relações colaborativas em todos os níveis da corporação para resolver os problemas. Inglês é essencial, experiência é importante. Mas competências técnicas podem ser aprendidas.”

Na opinião de Rodrigo Caserta, Vice-presidente de estratégia de mercado da Totvs, empresa de TI, de São Paulo: “Precisamos de gente que traga ideias ousadas. Alguns cargos pedem conhecimento técnico, mas é mais importante a capacidade de liderança, mesmo que seja sobre pessoas de outras equipes: nossos resultados são medidos pelo desempenho de outras áreas. Quem cursou MBA nos Estados Unidos ou Europa ganha pontos — demonstra que se preparou e foi dedicado.”

O Diretor de estratégia da rede Accor, de hotelaria e serviços, de São Paulo, Gustavo Chicarino, deixa claro: “Fico atento ao comportamento. Estudar fora do país é importante, pois amplia os horizontes, mas ganha relevância se a pessoa fez isso por si mesma, se preparou financeiramente, foi organizada. Saber ouvir e trazer informação nova também é essencial, embora não esteja no currículo.”

Em última instância, quem é responsável pelo seu sucesso é VOCÊ.

Invista sempre em você!

 

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O seu sucesso é

o encontro da sua preparação

com a próxima oportunidade de crescimento

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“As pessoas são contratadas pelas suas habilidades técnicas,

mas são demitidas pelos seus comportamentos “

Peter Drucker

Muito se fala sobre como obter sucesso na carreira, seja pela ótica do empregador, seja pela ótica do empregado.

Em geral, as pessoas associam Perfil Comportamental somente aos testes aplicados em entrevistas de seleção, enquanto esta ferramenta traz benefícios tanto para a carreira como para o projeto “vida” das pessoas.

O Perfil Comportamental demonstra de forma clara e simples seus comportamentos que impulsionam a sua carreira bem como os seus comportamentos limitadores, que podem prejudicá-la.

O mapeamento permite-lhe reforçar suas atitudes que contribuem para seu desempenho e trabalhar aquelas que o estão prejudicando; ou seja, você se torna um gestor da sua carreira de fato.

Na perspectiva de gestão de pessoas, podemos afirmar que gerir pessoas vai muito além de administrar a Folha de Pagamento; é preciso conhecer os colaboradores de tal modo que os profissionais certos estejam nos cargos certos.

Além de reduzir turn overs, agir com pulso no comportamento do colaborador torna o clima organizacional mais agradável e produtivo.

Queremos destacar a seguir quatro situações, onde a aplicação do Perfil Comportamental é apropriada:

1 – Na hora da seleção, além do currículo, o gestor precisa saber qual é o perfil comportamental certo para o cargo, ou seja, quais são seus pontos fortes e fracos.

2 – Se um colaborador não está alcançando as metas, em vez de o demitir, o gestor deve identificar o seu perfil comportamental e, quando cabível, recolocá-lo na posição compatível com o comportamento identificado.

3 – Igualmente importante é mapear o perfil comportamental da equipe gerida; é  assim que o gestor pode compor um perfil heterogêneo mais ajustado aos resultados esperados.

4 – Analisando o perfil comportamental dos membros da equipe em momentos de redução de quadro (downsizing), o gestor pode aplicar critérios objetivos para decidir com quem ficar e quem dispensar.

Desta formas podemos concluir, em analogia a Peter Drucker, que as pessoas avançam (ou não) na carreira, menos pelas suas habilidades técnicas, mais pela combinação certa comportamento/função.

Como dizem, o que não visualiza, você não pode gerenciar.

Que tenham bom uso da ferramenta aqui apresentada – QUANTUM Assessment!

Para mais detalhes vide WWW.comportamentalconsultoria.com.br

 Contato Elcio Cerqueira Leite

Consultor Associado da WK PRISMA

(19) 3213-000/9706-1008

elcio.leite@grupojj.com.br

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Os protestos recentes provam que a população quer poder trabalhar, amparado por instituições de ensino que preparam para o mercado de trabalho.

Pesquisa do Data Popular apontou que metade da nova classe média quer empreender; apenas 14% deseja trabalhar com carteira assinada.

Pesquisa, do Global Entrepreneurship Monitor (GEM) de 2012, detectou que 43% dos brasileiros adultos ambicionam é ser dono de seu próprio negócio.

Esse cenário parece não ter entrado no radar nem do legislativo nem do executivo.

Para empreender no Brasil de hoje é preciso passar diariamente por uma Via Crucis burocrática e tributária.

Cada ½ hora sai uma norma tributária, ou seja, quase 40 normas são publicadas por dia (FSP de 6/10/2005); com 11 milhões de combinações de cálculos em impostos e 105 mil alíquotas só no Simples (que seria um regime “simplificado” – imagine se fosse complicado), conquistamos a última posição no ranking do Banco Mundial em custo de conformidade tributária e trabalhista.

Neste contexto o chamado “Custo Brasil” significa contratar gente (quase 10 vezes mais do que no resto do mundo) ou pagar Assessoria Contábil.

O Fisco se comporta como “big brother is watching you”, obrigando o contribuinte para ampla, geral e irrestrita transparência; depois que ele contribui, fica a pergunta: cadê o dinheiro? Fazemos parte do “BBB – Big Bullshit Brasil”…

Não precisa de muita fantasia para imaginar que Empreendedores sofrem – daí a razão de fazer parte do movimento “BASTA” de gastança, corrupção e burocracia – cabe aqui um cartaz “Deixe nos Trabalhar”.

Fazendo isso, os empresários apenas cumprem a Lei 12.741/2012 e contribuem para uma virada de mesa no empreendedorismo no Brasil.

Vide também www.administradores.com.br/artigos/administracao-e-negocios/empreendedor-tambem-pode-protestar/71341/

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O conceito de intra-empreendedorismo, também denominado empreendedorismo corporativo, foi criado em 1985 por Gifford Pinchot III, no seu livro “Intrapreneuring” com seu apelo: “Por que você não precisa deixar a empresa para tornar-se um empreendedor”.

A aplicação deste apelo se resume na definição do intra-emprendedor como aquele que a partir de uma ideia, juntamente com espaço e responsabilidade cedido pela empresa, se dedica a transforma-la em resultado.

Veja aqui nove requisitos para promover o perfil do intra-empreendedor, o perfil do profissional mais cobiçado no mercado.

1 – Desenvolva a postura do dono do negócio.

2 – Valorize as pessoas e estimule o trabalho em equipe

3 – Compartilhe os objetivos da sua área (“botequim”)

4 – Exija superação – acima de tudo de você

5 – Reconheça desempenho excepcional

6 – Relacione se de forma aberta, direta e cooperativa

7 – Gere vínculo com o cliente interno

8 – Destaque a inovação como proteção contra imitação

9 – Assimile a paixão de uma Escola de Samba para reduzir o desgaste

Que as dicas acima facilitem o seu dia a dia…

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Você já ouviu falar que no mundo corporativo outras formas de motivação, que não seja dinheiro, são até mais motivadoras?

Pois é, não é que o dinheiro não seja um motivador importante; ele apenas tem impacto imediato; o colaborador adquire a mentalidade do “quero mais”, sempre insatisfeito enquanto não consegue mais; pior ele faz leilão entre outras ofertas de trabalho – este jogo pode virar um perde x perde: o colaborador pode perder a oportunidade de uma carreira, a empresa pode perder um talento.

Quando há perspectiva de desenvolver uma carreira, ou seja um relacionamento de mútuo interesse colaborador x empresa, o gestor empresarial devem trabalhar com um “mix” de motivadores.

A parte de um salário compatível com o mercado, oferecem plano de carreira, upgrades de benefícios, job rotation, bolsa de estudo, intercâmbio com matriz, treinamentos, por exemplo, gratificação para alto desempenho, promoções etc.

Em outras palavras, dinheiro deixe de ser condição para ficar na empresa, ele se torna conseqüência de desempenho mensurável, reconhecido e remunerado.

Em última instância, é bom lembrar, que sucesso é o encontro do preparo com a oportunidade; o último fato gerador cabe a empresa, o primeiro cabe ao colaborador.

Por que não experimentar?

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