20
dez

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Vamos imaginar nosso cérebro como nossa central de comando que dirige pensamento e ação.

Na escola aprendemos regras e princípios, presumindo padrões e regularidade.

Na vida aprendemos que não temos a menor idéia do que vai acontecer amanhã.

Como lidar com isso?

Não somos educados para pensar criativamente.

Somos preparados para não errar, para não assumir riscos.

Vem aí um depoimento que alerta: “Criatividade hoje é tão importante como a alfabetização” (Ken Robinson, Autor do Livro “The Element”).

Os produtos e serviços das empresas acabam ficando cada vez mais parecidos (commodity).

Bruce Henderson, fundador de uma das mais rentáveis empresas de consultoria do mundo, a BSG, dizia: ”Seus competidores mais perigosos são os que mais se parecem com você”.

Portanto, quem faz a diferença entre você e seus competidores são as pessoas, menos seu conhecimento, mais seu comportamento – aqui a disposição para pensar criativamente.

A vantagem competitiva nasce no lado direito do cérebro, no somatório ativando do cérebro das pessoas – portanto incentive a interatividade criativa, multidisciplinar e colaborativa – ou seja, co-criativa.

Empresas de sucesso na gestão empresarial estão praticando o Design Thinking, uma metodologia de solução de problemas não linear, que usa as habilidades dos dois (!) lados do cérebro: o ladro esquerdo para mapear um problema, o lado direito para desenvolver idéias.

Porque não testar?

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Você quer gerar idéias “loucas” para tempos “loucos”?

- de forma lúdico e impactante?

 “Tempos loucos exigem Organizações malucas”

Tom Peters

 Inovação é a ordem dia, está na capa de revistas de negócios, na missão das companhias e na cabeça do gestor empresarial.

Mas o que fazer?

Seguem aqui quatro sugestões para facilitar seu trabalho como inovador na sua empresa:

1) Entender como sua empresa já lida com a inovação

Se a sua empresa já conhece expectativas e problemas dos seus clientes, faça parte de uma equipe preparada para estudar ideias de inovação.

Uma vez selecionado um grupo de idéias promissoras, colabore para validá-las com usuários, testando sua adesão junto aos usuários finais.

Após a análise de viabilidade técnica-operacional-financeira envolva se na  materialização das soluções de maior impacto, até que se chegue à solução final.

Se isso lhe parecer difícil, recorra a técnica do Design Thinking; ela ajuda a pensar e atuar fora da nossa caixa para inovar ao resolver problemas complexos, de forma empática, interdisciplinar e colaborativa.

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2) Compreender que inovação é trazer soluções

 Em última instância a inovação deve gerar resultado financeiro para a empresa.

Para ganhar tempo e assertividade, use a ferramenta do BUSINESS MODEL GENERATION CANVAS.

O CANVAS descreve e visualiza como uma organização cria, produz e entrega produtos e serviços (soluções), usando o conhecimento e a criatividade das pessoas como principais recursos; é uma aplicação estruturada e lúdica como transformar idéias em soluções de impacto.

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 3) Assimilar que pequenas soluções também são inovação.

 Inovar parece complexo porque estamos sempre pensando em inovações disruptivas como a Apple.

No entanto, soluções simples podem trazer grande impacto para o seu negócio.

Comece com ações dentro do seu alcance e aos poucos mostre resultados. Assim você ganhará espaço e responsabilidade para arriscar e fazer mais. 

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4) Fazer da inovação um hábito.

Produtos e serviços podem ser copiados e reproduzidos; inteligência e competência de Pessoas na hora de inovar – não.

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“Tempos loucos exigem Organizações malucas”

Tom Peters

 “O Werner (Kugelmeier) é um louco…”

MarceloSinhorini, Education Manager na TOTVS

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18
jul

Você quer ser mais criativo?

por wkprisma às 15:56 em: Carreira

Pesquisas indicam que para ter boas ideias, não é preciso ser um gênio; basta saber, quais ambientes e hábitos são apropriados para combinar diferentes idéias.

Quanto mais a gente se expõe a diferentes hábitos, costumes e pensamentos, melhor.

Para facilitar essas conexões, elas sugerem “estar numa boa”; veja aqui algumas dicas:

1 – Vá para um café

Quando faltarem ideias procure um ambiente entre barulhento (discoteca) e silencioso (biblioteca), p.ex. um Café

2 – Fique um pouco “zambi – zambi”

Ingerir bebidas alcoólicas – com moderação – ajuda resolver problemas com mais criatividade e rapidez.

3 – Assista um pouco de YouTube

Vídeos e músicas divertidos e felizes melhoram o desempenho ao resolver problemas que exigiam criatividade.

4 – Faça brainstorming no período menos

Estimular a criatividade no período exatamente oposto ao período em que você está mais acordado; se você é uma pessoa noturna, faça brainstorming de manhã.

5 – Faça amigos – inclusive de outras culturas

Desenvolver um network fora da própria atuação gera insights “out of the box” e inspira a inovação.

O contato com outras culturas incrementa sua criatividade.

Para mais detalhes visite http://exame.abril.com.br/carreira/noticias/7-jeitos-inusitados-para-ficar-mais-criativo?page=3

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Você já pensou aplicar Inteligência Emocional aos negócios?

O que organizações buscam são gestores que saibam desenvolver empatia e equilíbrio com a sua equipe; aqui entra Daniel Goleman com sua teoria da Inteligência Emocional, que se tornou um mantra de gestão empresarial.

A forma eles compreendem (ou não) emoções, atitudes e relacionamentos – a partir do outro é fator crítico de sucesso na gestão empresarial.

Ele defende que a melhor motivação para desenvolver força mental e empatia precisa partir da vontade do indivíduo.

Para desenvolver a inteligência emocional Goleman sugere 5 passos:

1 – Pergunte: “isso é importante para me realizar e seguir carreira?”

2 – Faça um inventário 360º das suas competência emocionais, recolhendo opiniões de superiores, pares, familiares, membros da equipe.

3 – Avalie os resultados, avaliando: como você cria empatia com as pessoas, como você desenvolve relações, persuasão e cooperação.

4 – Identifique a área na qual você acredita que vale a pena investir  esforço e tempo para melhorar.

5 – Seguir o seu comportamento melhorado – o tempo todo.

Como medir nossa inteligência emocional?

Desenvolva um “empatômetro” que capta atração (ou não), química (ou não) com as pessoas, procura por outros (ou não).

O que priorizar para ser mais aceito?

Tente ser positivo, extrovertido e conectado com outros – meio para se tornar bom colaborador, jogador de equipe e líder – é fazer implacar sua inteligência no outro que você exerce a função mais importante do líder, enfatiza Goleman.

Quais resultados uma empresa que encoraja inteligência emocional pode esperar?

Goleman destaca Mais satisfação, mais motivação e mais retenção dos colaboradores, mais retenção de colaboradores; consequentemente melhores resultados.

Para detalhes visite http://www.administradores.com.br/entrevistas/carreira/a-inteligencia-emocional-aplicada-aos-negocios/122/

 

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Você está duvidando na importância do Administrador de Empresas?

Estudo traça perfil do “executivo perfeito” procurado por empresas da América Latina

Administradores de Empresas perdem para engenheiros nas principais economias da região, mas estão entre os profissionais mais procurados.

A Michael Page, empresa especializada em seleção de executivos, realizou uma pesquisa traçando o perfil das demandas mais frequentes do mercado de trabalho de executivos na América Latina.

 

O estudo considerou 1.580 ofertas de emprego de empresas no Brasil, México, Colômbia, Argentina e Chile no primeiro semestre de 2013.

 

Formação

Tecnologia

Engenharia

Administração

Brasil 8% 37% 25%
México 4% 10% 27%
Chile 7% 18% 17%
Colômbia 13% 28% 28%
Argentina 5% 34% 28%

Pós graduação ou MBA?

O MBA tem sido mais exigido em vagads de gestão do que a pós graduação específica em uma área de formação.

Habilidades comportamentais

No Brasil gestão de pessoas e relacionamento interpessoal são as habilidades mais visadas na oportunidades de emprego.

Habilidades

Gestão   Liderança   Foco em Resultados   Capacidade de Execução   Relacionamento Interpessoal
Brasil   43%   19%   12%   9%   31%
México   13%   17%   20%   7%   10%
Chile   30%   21%   21%   9%   6%
Colômbia   15%   23%   23%   89%   4%
Argentina   30%   28%   28%   5%   6%

Fonte: www.administradores.com, 

 

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12
jul

Como seguir o “pipeline” 

Você tem planos para seguir ma carreira executiva? Você está no meio da sua carreira e quer alavanca-la?

Seguem aqui algumas dicas, esclarecendo desafios e fatores de sucesso para cada etapa nesta trajetória.

A abordagem serve tanto para aqueles que querem seguir carreira quanto para aqueles que querem preparar outros para a carreira executiva.

Nos últimos anos, as Pessoas tornaram se o fator mais importante para o sucesso de uma organização, como confirma recente publicação do JORNAL O ESTADO DE SÃO PAULO de 03.07.2013, sob o título “Temas mais importantes na agenda do CEO”:

1º Gestão de Pessoas

2º Marketing

3º Planejamento

4º Vendas

5º Financeiro

Produtos e serviços podem ser copiados e reproduzidos; inteligência e competência de Pessoas não.

Gente com conhecimento amplo e profundo sobre o mundo dos negócios, visão internacional de negócio e agilidade na transformação de objetivos em ação e resultado é o que realmente faz a diferença.

Se pessoas são tão vitais, não é difícil entender por que as organizações buscam “estrelas” – atraindo, desenvolvendo e retendo-as, seja em que nível de gestão.

Para aproveitar o potencial de “estralas” é preciso identificar os

requisitos nas diversas posições de gestão empresarial, a serem ocupadas  por lideres talentos.

Ram Charan, Stephen J. Drotter e Jim Noel desenvolveram um modelo em seis passagens para entender as exigências de liderança necessárias em uma organização inteira, chamado “Encruzilhadas Críticas de Carreira” ( The Leadership Pipeline – How to Build the Leadership-Powered Company).

Passagem 1: de gerenciar a si mesmo para gerenciar outros 

Colaboradores novos e jovens geralmente passam seus primeiros anos numa organização como colaboradores individuais.

Quando eles produzem bons resultados, normalmente recebem responsabilidades adicionais.

Quando demonstram aprimoram e ampliam suas competências, contribuindo com trabalhos mais complexos, e aderem aos valores da companhia, freqüentemente são promovidos a gerência.

Quais são os fatores de sucesso ao gerenciar outros?

1 – Em vez de executar o trabalho faça com que o trabalho seja realizado pelos outros.

2 – Aprender a valorizar o trabalho gerencial, ocupando seu espaço com mais autonomia e responsabilidade.

Passagem 2: de gerenciar os outros para gerenciar gerentes

Neste nível, os gerentes precisam se orientar para questões mais amplas que afetam o negócio da sua área, tais como objetivo, estratégia, prioridades, pessoas, recursos, organização e monitoramento de resultado.

Muito importante, eles devem saber montar seu time: selecionar pessoas, delegar tarefas de liderança e mensurar seu progresso como gerentes; onde for cabível, treiná-las.

Quais são os fatores de sucesso ao gerenciar gerentes?

1 – Ajudar os gerentes superar resistência ou medo ao assumir a posição de gerente .

2 – Lidar com o ciclo de instrução–desempenho–feedback com seu seus gerentes.

Passagem 3: de gerenciar gerentes para gerenciar uma função

Ao lidar com dois níveis de gerência, é preciso desenvolver novas habilidades de comunicação.

Gerentes operacionais (passagem 1) devem gerenciar algumas áreas com as quais talvez não têm familiaridade; eles precisam não só se empenhar para compreender esse trabalho novo como também aprender a lidar com o peso do cargo.

Ao mesmo tempo, eles se reportam a gerentes gerais multifuncionais; ou seja, eles devem lidar com assuntos menos operacionais, mais estratégicos da sua área.

O trabalho em equipe com outros gerentes e a competição por recursos,  baseada em necessidades do negócio da área, são duas grandes habilidades que eles precisam aprender.

Quais são os fatores de sucesso para gerenciar uma função?

1 – Maior maturidade gerencial, pensando e agindo mais como gestor operacional do que como membro operacional.

2 – Criação de uma vantagem competitiva – sustentável.

Passagem 4: de gerente operacional a gerente de negócios

Neste nível, gerentes de negócios possuem autonomia significativa e são responsáveis pelos resultados financeiros da empresa.

Qual é o fatores de sucesso para gerenciar um negócio?

Saber atingir resultado hoje (crescimento, lucro) e, ao mesmo tempo,  planejar três a cinco anos.

Passagem 5: de gerente de negócios a gerente de grupo 

Aqui falamos de um gerente de grupo que valoriza o sucesso dos outros, inspirando e apoiando os gerentes de negócio que se reportam a ele.

Quais são os fatores de sucesso para gerenciar um grupo?

1 – Desenvolver gerentes de negócios e avaliar se eles têm as competências  para gerenciar múltiplos negócios

2 – Saber tomar decisões estratégicas e enfrentar riscos

Passagem 6: de gerente de grupo a gerente de empresa

Quando o pipeline de gestão executiva fica obstruído no topo, todos os níveis de gestão sofrem.

Quais são os fatores de sucesso para gerenciar uma empresa?

1 – Compreender profundamente o negócios global da organização e como ela funciona.

2 – Saber lidar com os stakeholders da organização (colaboradores – clientes – fornecedores – comunidade – investidores)

3 – Definir uma direção visionária que atende as expectativas dos stakeholders e desenvolver sistemas operacionais para alcançar um desempenho à altura dos resultados esperados.

4 – Montar um colegiado ambicioso e realizador.

Nesse sentido, desenvolver um pipeline de gestão executiva facilita:

1)   Estruturar um processo de desenvolvimento de gestores em todos os níveis;

2)   Garantir que o gestor “certo” trabalha no nível “certo”;

3)   Direcionar o desenvolvimento dos gestores baseado em critérios claros e compartilhados, sempre com foco nas competências em cada nível de gestão;

4)   Planejar a sucessão de gestores

Em outras palavras, nesse modelo todos acabam ganhando.

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10
jul

Como trabalhar a linguagem corporal

por wkprisma às 14:37 em: Vida

Você tem problemas com a linguagem corporal “certa”?

Aqui estão cinco posturas para trabalhar

1 – O pé “fala”

Se o pé de seu interlocutor continuar no lugar e ele girar os torsos superiores em sua direção, ele não quer (mais) falar consigo.

Mas se os pés estiverem abertos, saiba que ele quer falar (mais) consigo.

2 – O sorriso “fala”

Pessoas que sorriem, mesmo que não estejam felizes, podem se sentir melhor; tente sorrir no banheiro ou em um lugar calmo, antes de uma conversa difícil, entrevista de emprego. Vai ajudar você a ser mais bem-sucedido.

3 – Postura “fala”

Uma postura “com poder” é inclinar para trás com as mãos entrelaçadas atrás da cabeça ou sentar “a vontade.

linguagem corporal 1

Um postura “sem poder” é sentar encurralado ou inclinado para frente com cabeça inclinada

linguagem corporal 2

Pratique por dois ou três minutos antes de uma conversa importante – em lugar calmo e veja se elas trazem os mesmos resultados para você.

4 – Alinhamento “fala”

Realinhe seu corpo para manter harmonia com o seu interlocutor durante a conversa; assim você diminui tensões e abre espaço para mente aberta – importante para soluções criativas.

5 – Voz “fala”

Homens e mulheres com vozes profundas são melhores candidatos a cargos de liderança.

Para baixar sua voz, especialmente antes de uma entrevista, tente dar um respiro profundo; assim você relaxa a área da sua garganta, o que aumenta o tom da sua voz.

Fonte: http://www.administradores.com.br/artigos/carreira/segredos-da-linguagem-corporal-alguns-motivos-pelos-quais-voce-nunca-mais-cruzara-os-bracos/71603/

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05
jul

Diga não ao sim…

por wkprisma às 14:59 em: Gestão Empresarial

Quem não tem dificuldade em dizer não quando precisa? Quem não se enrola por causa disso na sua agenda?

As pessoas que sabem utilizar bem o seu tempo, aprendem a dizer não. Do contrário, fica inviável ter disponibilidade para tudo aquilo que você realmente precisa fazer ou gostaria de fazer.

Quantos profissionais não recebem inúmeros convites de reunião, encontros e eventos entre infindáveis telefonemas e e-mails.

Você não pode abraçar tudo e ser amigo de todos – o tempo é um só e você também é um só!

Para administrar melhor seu tempo, faça uma agenda identificando o que precisa fazer e gostaria de fazer.

A preparação para o sim e para o não começa com sua atitude de priorização, fundamentada sob critérios, p.ex impacto sobre resultado “e se não fizer…”.

Saber filtrar solicitações e aprendendo a dizer não impacta diretamente no equilíbrio e resultado do nosso trabalho; se você está confortável com a critério da priorização e souber “vende-la”, o outro vai compreender – ele também vive esta situação!.

Saber não implica em eventual negociação de prioridades; é tudo uma questão de critério do não e tom do não.

Faça o não um aliado na gestão do seu tempo!

 

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12

O mercado globalizado demanda profissionais, preparados para atuarem em ambientes internacionais-interculturais – se ainda tiver dívidas sobre o avanço da globalização, assista o vídeo muito legal a respeito www.youtube.com/watch?v=afNPIbOBsqY

O que é Internacionalização?

A Internacionalização é a mudança de uma aventura isolada para um fator de sucesso no desenvolvimento profissional, com a finalidade de buscar oportunidades de crescimento – seja individual, seja corporativo.

Onde está o desafio?

O grande desafio, principalmente para os jovens, é desenvolver ou aprimorar as competências profissionais internacionais-interculturais.

O que fazer?

Esteja preparado para oportunidades para internacionalizar seu currículo e sua carreira.

Amplie seu network: você vai aprender com outras culturas, mentalidades e hábitos.

Faça benchmarking: você vai aprender sobre práticas de sucesso nas  organizações.

Onde estão as oportunidades de aprendizado?

A OEA – Organização dos Estados Americanos proporciona centenas de bolsas para estudos de pós-graduação e pesquisa, bolsas para estudos de graduação e treinamento especializado e de curta duração – para detalhes visite http://www.oas.org/en/about/sedi.asp

 A OEI – Organização dos Estados Iberoamericanos promove a solidariedade dos povos iberoamericanos através da educacão, ciência, tecnologia e cultura – para detalhes visite http://www.oei.es/educacion.php

A AECI – Agência Espanhola de Cooperação Internacional promove um Programa de bolsas no campo da educação, capacitação e formação para países em desenvolvimento – para detalhes visite http://www.aecid.es/es/donde-cooperamos

O EBW – Euro Brazilian Windows é um programa de cooperação e mobilidade na área do ensino superior com o objetivo de alcançar um melhor entendimento e um enriquecimento mútuo entre a União Européia e países terceiros na área do ensino superior, através do intercâmbio de pessoas, conhecimentos e capacidades ao nível do ensino superior – para detalhes visite http://www.ebw.up.pt/?show=general_information

O que altos executivos dizem sobre Educação Internacional-Intercultural? (Fonte  http://www.pensandomarketing.com/home/id56.html)

Apesar de considerarem os programas nacionais de educação executiva bons, os executivos brasileiros dão mais valor aos MBAs oferecidos por instituições internacionais de pós-graduação.

Para sua carreira, dos 100 executivos entrevistados, 52% consideraram muito importante e 38% consideraram essencial um programa de educação executiva.

A pesquisa revela também que 2/3 dos profissionais esperam aprimorar seus relacionamentos trocando experiências com outros alunos e aplicar os conceitos aprendidos; 60% tem perspectiva de carreira internacional.

Entre 2007 e 2008, o número de brasileiros com mais de 30 anos que estudaram fora do país cresceu 30%, como relata a Revista ÉPOCA de setembro de 2009.

 O que as empresas buscam? (Fonte: Revista ÉPOCA de abril de 2009)

> Profissionais que tenham vivência (não apenas idioma) internacional

> Profissionais que entendem de Comércio Exterior (exportação e importação).

> Profissionais que dispensem treinamento, com pelo menos 5 anos de prática no mercado.

O mercado precisa de um novo profissional – o profissional intra-empreendedor – ou seja, o empreendedor que atua dentro de uma organização, transformando idéias em ações, para gerar resultados de impacto, como revelam entrevistas com altos executivos, publicadas na  Revista VOCÊ S/A de 06/04/2010:

“Não esperamos que um profissional esteja pronto, pois investimos em formação. Mas ele tem de mostrar que se atualiza em relação ao mercado e ao mundo. Se está na área comercial, o que tem feito para vender mais? Ele está a par das novas tecnologias? Como faz para prever tendências? Valorizo qualidade nos resultados, mais do que quantidade.”, enfatiza Luis  Delfim, Presidente da Guararapes, representante da Coca-Cola, de Pernambuco.

Gustavo Diament, Vice-presidente de marketing da empresa de telefonia Nextel, de São Paulo, destaca: “Tem de ser inconformado com o que há na empresa e mostrar resultados que demonstrem que saiu do lugar-comum. Também é importante construir relações colaborativas em todos os níveis da corporação para resolver os problemas. Inglês é essencial, experiência é importante. Mas competências técnicas podem ser aprendidas.”

Na opinião de Rodrigo Caserta, Vice-presidente de estratégia de mercado da Totvs, empresa de TI, de São Paulo: “Precisamos de gente que traga ideias ousadas. Alguns cargos pedem conhecimento técnico, mas é mais importante a capacidade de liderança, mesmo que seja sobre pessoas de outras equipes: nossos resultados são medidos pelo desempenho de outras áreas. Quem cursou MBA nos Estados Unidos ou Europa ganha pontos — demonstra que se preparou e foi dedicado.”

O Diretor de estratégia da rede Accor, de hotelaria e serviços, de São Paulo, Gustavo Chicarino, deixa claro: “Fico atento ao comportamento. Estudar fora do país é importante, pois amplia os horizontes, mas ganha relevância se a pessoa fez isso por si mesma, se preparou financeiramente, foi organizada. Saber ouvir e trazer informação nova também é essencial, embora não esteja no currículo.”

Em última instância, quem é responsável pelo seu sucesso é VOCÊ.

Invista sempre em você!

 

 6

 

O seu sucesso é

o encontro da sua preparação

com a próxima oportunidade de crescimento

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