05
mai

http://www.administradores.com.br/artigos/negocios/a-sua-empresa-e-empregavel/77102/

Desenvolva a EmpreSabilidade – a empregabilidade da empresa

Como se manter empregável frente aos públicos da empresa

O conceito de Empregabilidade vem sendo disseminado já faz um bom tempo, ao contrário do da “EmpreSabilidade”.

Entende-se por Empregabilidade a busca constante do desenvolvimento de competências, para buscar ou manter um emprego atrativo.

A “EmpreSabilidade” é geralmente entendida como a capacidade das empresas de desenvolver e utilizar as competências intelectuais e técnicas de seus membros, para sustentar um posicionamento diferenciado no mercado.

Quero sugerir aqui que se enxergue o assunto “EmpreSabilidade” sob um prisma ampliado, ou seja, a capacidade da empresa de atrair colaboradores, clientes, fornecedores, parceiros, comunidade e investidores, os chamados Stakeholders – os grupos que lidam com a empresa no dia a dia. É aqui que se invertem os polos: a pergunta não é (apenas) o que o profissional deve fazer para ser empregável, mas (também) o que a empresa precisa fazer para se tornar “empreSável” perante o público acima, ou seja, para se tornar uma opção preferida para negócios; é preciso ser e se manter (!) “empregada” pelos players acima.

Por onde começar? 

1 – Entenda o que os stakeholders esperam da sua empresa; sugiro resumir as necessidades da seguinte forma:

- O colaborador quer espaço para desenvolver o seu potencial produtivo;

- O cliente quer soluções;

- O fornecedor quer ser pago;

- A comunidade quer respeito sócio-ambiental;

- O investidor quer dividendos.

2 – Desenvolva os passos da gestão empresarial, a saber:

  • Fixar objetivos corporativos e metas de cada área com o foco em crescer – com lucro – de forma sustentável(!);
  • Elaborar Estratégias com foco em obter vantagem competitiva;
  • Definir Prioridades com foco naquilo que podemos fazer melhor; 
  • Desenvolver Pessoas certas nas posições chaves;
  • Desenhar a Organização com foco em criatividade, disciplina e inovação;
  • Gerenciar o monitoramento com foco em soluções digitais tipo BSC.

Aplicando este processo, a empresa tem tudo para ser percebida, reconhecida e recompensada como sendo diferente, e não ser “apenas mais uma”, por combinar amplitude intelectual, disciplina organizacional e foco no resultado – dela e(!) dos seus públicos.

Como facilitar a sua EmpreSabilidade? 

Envolva o time o tempo todo, através das metodologias avançadas CANVAS e DESIGN THINKING.

1 – Através do CANVAS (“tela”), o time pode descrever e cocriar, numa linguagem comum, em uma única folha(!), ideias sobre como buscar resultados de impacto; basta preencher um quadro com itens utilizando post-its – uma aplicação estruturada, instigante e envolvente.

2 – O DESIGN THINKING (“modo de pensar graficamente”) facilita pensar e atuar “fora da nossa caixa” bem como utilizar a criatividade de forma colaborativa, para gerar ideias (criatividade) e implantar ideias (inovação), a partir das necessidades reais dos stakeholders.

A aplicação do DESIGN THINKING e do CANVAS representa um jeito inspirador, prático e lúdico – portanto, inovador – para modular sua EmpreSabilidade.

Qual é o fator chave de Sucesso? 

A otimização do processo da gestão empresarial através das ferramentas DESIGN THINKING e CANVAS sugere que a busca da empregabilidade perante os stakeholders – a EmpreSabilidade – se torne um hábito organizacional. 

Onde está a sacada?

A empresa acaba se entendendo como a responsável, não apenas por sua carreira institucional, mas também (!) pela carreira dos seus públicos.

Que sirva este artigo para desmistificar a “EmpreSabilidade”, a empregabilidade da empresa. Uma tarefa difícil, mas não impossível; acima de tudo, tão desafiadora quanto fascinante.

 

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Vamos imaginar nosso cérebro como nossa central de comando que dirige pensamento e ação.

Na escola aprendemos regras e princípios, presumindo padrões e regularidade.

Na vida aprendemos que não temos a menor idéia do que vai acontecer amanhã.

Como lidar com isso?

Não somos educados para pensar criativamente.

Somos preparados para não errar, para não assumir riscos.

Vem aí um depoimento que alerta: “Criatividade hoje é tão importante como a alfabetização” (Ken Robinson, Autor do Livro “The Element”).

Os produtos e serviços das empresas acabam ficando cada vez mais parecidos (commodity).

Bruce Henderson, fundador de uma das mais rentáveis empresas de consultoria do mundo, a BSG, dizia: ”Seus competidores mais perigosos são os que mais se parecem com você”.

Portanto, quem faz a diferença entre você e seus competidores são as pessoas, menos seu conhecimento, mais seu comportamento – aqui a disposição para pensar criativamente.

A vantagem competitiva nasce no lado direito do cérebro, no somatório ativando do cérebro das pessoas – portanto incentive a interatividade criativa, multidisciplinar e colaborativa – ou seja, co-criativa.

Empresas de sucesso na gestão empresarial estão praticando o Design Thinking, uma metodologia de solução de problemas não linear, que usa as habilidades dos dois (!) lados do cérebro: o ladro esquerdo para mapear um problema, o lado direito para desenvolver idéias.

Porque não testar?

Para tirar dúvidas

fale com wkprisma@wkprisma.com.br

 ou visite www.wkprisma.com.br

 

 

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Você quer gerar idéias “loucas” para tempos “loucos”?

- de forma lúdico e impactante?

 “Tempos loucos exigem Organizações malucas”

Tom Peters

 Inovação é a ordem dia, está na capa de revistas de negócios, na missão das companhias e na cabeça do gestor empresarial.

Mas o que fazer?

Seguem aqui quatro sugestões para facilitar seu trabalho como inovador na sua empresa:

1) Entender como sua empresa já lida com a inovação

Se a sua empresa já conhece expectativas e problemas dos seus clientes, faça parte de uma equipe preparada para estudar ideias de inovação.

Uma vez selecionado um grupo de idéias promissoras, colabore para validá-las com usuários, testando sua adesão junto aos usuários finais.

Após a análise de viabilidade técnica-operacional-financeira envolva se na  materialização das soluções de maior impacto, até que se chegue à solução final.

Se isso lhe parecer difícil, recorra a técnica do Design Thinking; ela ajuda a pensar e atuar fora da nossa caixa para inovar ao resolver problemas complexos, de forma empática, interdisciplinar e colaborativa.

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2) Compreender que inovação é trazer soluções

 Em última instância a inovação deve gerar resultado financeiro para a empresa.

Para ganhar tempo e assertividade, use a ferramenta do BUSINESS MODEL GENERATION CANVAS.

O CANVAS descreve e visualiza como uma organização cria, produz e entrega produtos e serviços (soluções), usando o conhecimento e a criatividade das pessoas como principais recursos; é uma aplicação estruturada e lúdica como transformar idéias em soluções de impacto.

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 3) Assimilar que pequenas soluções também são inovação.

 Inovar parece complexo porque estamos sempre pensando em inovações disruptivas como a Apple.

No entanto, soluções simples podem trazer grande impacto para o seu negócio.

Comece com ações dentro do seu alcance e aos poucos mostre resultados. Assim você ganhará espaço e responsabilidade para arriscar e fazer mais. 

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4) Fazer da inovação um hábito.

Produtos e serviços podem ser copiados e reproduzidos; inteligência e competência de Pessoas na hora de inovar – não.

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“Tempos loucos exigem Organizações malucas”

Tom Peters

 “O Werner (Kugelmeier) é um louco…”

MarceloSinhorini, Education Manager na TOTVS

Para tirar dúvidas

fale com wkprisma@wkprisma.com.br

ou visite www.wkprisma.com.br

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04
mai

Como inovar a inovação

por wkprisma às 16:29 em: Gestão Empresarial

Descubra a inteligência

do DESIGN THINKING

1 - BI

Quem não tem problemas na hora de inovar?

O ruim é que isso não deve mudar – o bom é que tem solução.

Gostaria de apresentar-lhe o Design Thinking como metodologia nova para elevar o nível de inovação em soluções em negócios.

O Design Thinking ajuda a pensar e atuar fora da nossa caixa para inovar, identificando bloqueios e levando à geração de desbloqueios criativos.

O Design Thinking prioriza o trabalho colaborativo em equipes multidisciplinares, facilitando a geração de soluções e resultados mais interessantes para elas e, ao mesmo tempo, viáveis (tecnica e financeiramente) para o negócio da organização.

Para detalhes vide

http://www.wkprisma.com.br/treinamento-empresarial/educacao-corporativa/inovar-e-agora-1.html

Portanto, quero convidar você para vivenciar uma síntese envolvente de ideias.

Entre em contato conosco e solicite um orçamento para um treinamento

http://www.wkprisma.com.br/treinamento-empresarial/educacao-corporativa/atendimento.html

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Nos tempos atuais a demanda por competências de um profissional é voltada menos para sua capacidade técnica e mais para atributos comportamentais.

A UNESCO publicou uma matéria sobre a educação moderna, onde ela relaciona as competências necessárias para se colocar com sucesso no mercado de trabalho, a saber:

  • Flexibilidade
    • Saber lidar com pessoas de condutas diferentes
  • Criatividade
    • Saber transformar informação em idéias inovadoras
  • Informação
    • Saber buscar informação de impacto no mundo de negócios
  • Comunicação
    • Saber transformar dados complexos e informação simples
  • Responsabilidade
    • Saber se comprometer com resultado de decisão e ação
  • Empreendedorismo
    • Saber avançar ousando, ia, inspirando e mudando
  • Sociabilização
    • Saber crescer compreendendo diversas culturas
  • Tecnologia
    • Saber utilizar os recursos digitais para agilizar decisões e ações

O DESIGN THINKING facilita esta tarefa – para mais detalhes vide

http://www.wkprisma.com.br/treinamento-empresarial/educacao-corporativa/inovar-e-agora-1.html

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